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Boletim 69 – Comitê Popular em Defesa de Lula e da Democracia

Direto de Curitiba – 9/5/2018 – 12h30

1- Mais três caravanas chegaram hoje à Vigília Democrática #LulaLivre em Curitiba em frente à sede da Polícia Federal onde o ex-presidente encontra-se detido como preso político. Elas vieram do Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. São mais de 200 pessoas que se somam à vigília democrática na capital paranaense. Cheios de energia, chegaram logo cedo e participaram das costumeiras saudações de “bom dia” a Lula. O bom dia, agora, é sempre repetido 13 vezes, o número do Partido dos Trabalhadores.

2- Uma comitiva de índios Guarani Kaiowá e Terena, de Dourados (MS), a qual está desde a semana passada em Curitiba, se despede hoje da vigília e do acampamento Marisa Letícia. No tempo que passaram por aqui, os indígenas participaram de todos os atos na vigília, realizaram danças ritualísticas e clamaram às suas divindades para que seja restabelecida a Justiça e Lula seja solto no menor tempo possível.

3 – A Prefeitura de Curitiba cancelou unilateralmente, no fim da tarde de ontem, uma reunião que aconteceria hoje com lideranças da vigília e a Polícia Militar do Paraná. Nesta quarta, expira o acordo entre as três partes em que ficou definido que viaturas policiais garantiriam a segurança no local e os manifestantes se comprometeriam a não utilizar equipamentos sonoros.

4 – Antes mesmo do fim do prazo acordado e da reunião que aconteceria hoje, a Polícia Militar já abandonou o local da vigília, na noite de terça-feira, deixando os manifestantes entregues à própria sorte. Também foram retirados o cordão de isolamento que impedia a passagem de carros na área onde estão concentrados os manifestantes e as estruturas de apoios da vigília. Tanto as lideranças da vigília e do acampamento Marisa Letícia, como a direção estadual do PT/PR, por meio do presidente, Dr. Rosinha, já manifestaram veemente objeção ao descumprimento do acordo empenhado por parte da PM do Paraná e informaram que tomarão as medidas legais cabíveis para restabelecer a segurança daqueles que defendem Lula e a democracia.

5 – A defesa de Lula se pôs contra sua transferência da sede da Polícia Federal em Curitiba para outra instalação no Estado do Paraná, de mais difícil acesso para aqueles que querem estar próximos ao ex-presidente enquanto ele é mantido encarcerado como preso político. Caso haja transferência, a defesa pede que seja para local próximo à residência dele, em São Bernardo do Campo. A Lei de Execução Penal estabelece o direito de ficar perto da família aos que estão sob custódia do Estado.

Comitê Popular em Defesa de Lula e da Democracia
Boletim 69 – 9/5/2018 – 12h30